segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Mais um longo dia que passou e eu continuo a sentir a tua falta.
Em cada pequeno detalhe do meu dia, eu gostaria de me virar para o lado e dizer "ouviste isto?" e rir contigo até que a barriga doesse, gostava que me abraçasses todas as manhãs, principalmente quando estou de mau humor, e gostava também que me abraçasses todas as noites para que eu dormisse melhor. Enfim. Acho que gostaria que me abraçasses todo o dia mesmo, sem nunca largar, sem nunca me deixar cair, como se fosses o meu amparo.
Meu Deus, como eu queria que estivesses aqui à minha beira enquanto ouço uma música romântica e escrevo este texto, talvez assim estivesse a compor um texto sobre como o amor é lindo e não de quanta saudade ele provoca e de quanto desejo de presença este, mesmo amor, grava na minha alma, mas não há muito mais que eu possa fazer uma vez que já me entreguei de alma para ti e esta é o melhor que tenho. Portanto penso que vou continuar a sentir saudade enquanto o futuro não decide sorrir-me.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

É triste mesmo, olhar para o lado e não ver a tua presença, não sentir o teu aconchego nos momentos de aperto, não ver o teu sorriso que me alimenta a alma, sabe Deus como eu sinto a tua falta ...
Se me pedissem para percorrer o mundo por ti, eu diria logo que morreria até se fosse preciso, e sabe a minha alma como isso é verdade. Antes de chegares, pensava que nunca mais me iria querer entregar mas depois com todos os teus mil encantos fizeste com que me rendesse e me desse completamente sem olhar para trás, sem pensar duas vezes sequer.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

E eu continuo aqui, sem ti, sem o teu abraço, sem o teu aconchego, mas quem sabe, talvez seja melhor assim mesmo.
Costumava querer-te do meu lado a toda a hora e penso que foi isso que fez com que as coisas me magoassem tanto, não dei espaço para que escolhesses ir ou ficar, sempre te agarrei demasiado e agora arrependo-me disso... Gostava tanto da forma como me afagavas o cabelo, da delicadeza com que me tocavas o rosto, da maneira como as nossas mãos pareciam completar-se, nem dei conta que te estava a perder, pensei que bastaria ser eu mesma e que tu nunca me irias trocar, mas parece que eu, na minha simplicidade, não chegou, que queres melhor e eu não te posso dar mais do que aquilo que tenho, portanto deixo-te ir, com o vento, como uma folha que segue uma direcção oposta mas que pode ainda voltar para o pé de mim caso o vento mude o seu sentido ...